Palavras... Quanto tempo minha amiga? Ainda poderia haver inspiração a esse pobre escritor? Nos últimos meses achei que não, acreditei ter acabado nossa história; mas das simples coisas da vida surge uma coisa chamada amor. Amor que eu defino como loucura, loucura estranha que arranha.
Louca menina que faz descobrir o tamanho da insanidade, que faz noite dia e dia noite, não dorme. Define nosso próprio fuso horário, escreve um novo vocabulário, faz das vulgares palavras brincadeira, me faz rir sem peneira.
Quantas vezes é preciso se falar pra conhecer uma pessoa? Dias, Meses ou Anos... O escritor diz: dedique sua noite a uma flor e ela te mostra o seu perfume. Viciante como uma droga, ela muda a rotina, os sentimentos desatina, é uma mulher que parece menina, bate saudade dessa minha mais nova amiga, que mostrou que sabe curtir a vida, pensadora, sonhadora e louca? Talvez um pouco louca!
Amizade que cresce floresce daquele tipo que a gente nunca esquece... amor a primeira vista? Pode rir. Porque eu não paro de sorrir, sou menino, sou poeta então não ligue para os meus devaneios. Só preste atenção no meu anseio: você na minha vida!
Se passarem os dias e a nossa amizade esfriar, tem vela na terceira gaveta e os fósforos você pode encontrar na prateleira. Aprendi amar, jamais a esquecer, por isso nunca quero ver você sofrer ou chorar e se acontecer tal enfado amargo, eu estarei ao seu lado.
Ajudou sim, ao pequeno menino voltar a sonhar, escrever e brincar. Por isso não se esqueça que Te Amo minha mais nova amiga, que respira por uma narina.
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
O Partir das Flores
Decidi.
A flor deixar.
Não quero amar
Não sei brincar
Me fez chorar
Decidi.
Deixar pra trás
Sentir a paz
Viver mais.
Sonhar mais;
Mais que você.
Se a flor falasse.
Talvez parasse.
Talvez voltasse.
Amasse.
Amasse a flor
Que guardo comigo
Como um amigo
No canto perigo
Seu cheiro respiro.
Suspiro.
Vejo a rosa
Que vida não tem mais
Mas meu sentimento trás
Seu valor é impagável
E seu cheiro ainda vive.
Ainda vive.
Ainda vive em mim.
Mas hoje olho para as pétalas.
Mortas.
Assim como desejo meu amor.
Que se foi como a flor
Com toda minha dor
Tristeza e dor
Que tento com ardor
Esconder com a cor.
Amarela.
Cor da flor.
Causadora das dores.
Enlouquecedora de sonhadores.
Guardiã dos amores.
Que fez eu assistir com tristeza.
O Partir das Flores.
A flor deixar.
Não quero amar
Não sei brincar
Me fez chorar
Decidi.
Deixar pra trás
Sentir a paz
Viver mais.
Sonhar mais;
Mais que você.
Se a flor falasse.
Talvez parasse.
Talvez voltasse.
Amasse.
Amasse a flor
Que guardo comigo
Como um amigo
No canto perigo
Seu cheiro respiro.
Suspiro.
Vejo a rosa
Que vida não tem mais
Mas meu sentimento trás
Seu valor é impagável
E seu cheiro ainda vive.
Ainda vive.
Ainda vive em mim.
Mas hoje olho para as pétalas.
Mortas.
Assim como desejo meu amor.
Que se foi como a flor
Com toda minha dor
Tristeza e dor
Que tento com ardor
Esconder com a cor.
Amarela.
Cor da flor.
Causadora das dores.
Enlouquecedora de sonhadores.
Guardiã dos amores.
Que fez eu assistir com tristeza.
O Partir das Flores.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Nouvelle Année, Vieux Défauts
No momento certo as palavras cairão sobre o papel, e cairão perfeitas, no tempo certo. Não questiono de onde vem minha inspiração, porque ela sempre sabe o que fazer, o que escrever, então não preocupo. Enlouquecedor será para mim o dia em que tentando expressar sentimento, me falte as palavras.
Poderia a fonte de inspirações cessar de manar o seu mel inspirador? Seria insuportável minha dor. Como cristão jamais escolheria a morte, mas a cobiçaria como um troféu em cada instante da vida. A divina inspiração faz de mim um viajante, me faz viver as mais divertidas aventuras, e me faz agoniar nos mais profundos sentimentos, com ela sou dono mundo, filho de um fundo de quintal de um passado abandonado, um menino que não foi amado.
Inspiração não me falta, me falta palavras, podem culpar o meu fraco embasamento cultural se quiserem, mas eu lhes diria sem temores, quando falamos de palavras, elas mesmo pintam suas cores. E que maravilhosa aquarela me fazem ao final de uma escrita.
Desejaria sua vã filosofia que as coisas mudassem com a mudança de um número? O escritor aqui escreve de seu mesmo banco, e de seu mesmo teclado, nada mudou. Olhei para mim mesmo e só dei conta de um ano a menos, anos que se tornam cada vez mais significativos ao passar de sua idade. Um idoso, experiente de vida, farto de filhos e netos, e agradado pelos alvos cabelos brancos de sua senhora, jamais trocaria um ano de sua vida, por uma pilha de papeis ditos de valor. Ele vê alem disso! Queres tu trocar um ano por uma lagrima?
Desejamos tanto. Mas faremos quanto? Vivemos o simples reflexo de nosso atos. Queres melhora? Melhore. Queres que sonhos se realizem? Sonhe, sem sonhos não há realização. Queres um mundo melhor? Faça de si mesmo uma pessoa melhor, o mundo é feito de pessoas. Pessoas, pequenos seres de um gigante universo. Mas é meu universo. Seu universo. O universo é único. O mundo também. Pessoas não. Pessoas não são únicas. E mesmo que os românticos digam insubstituíveis, eu digo com prazo de validade. Só me irrita o fato dos podres não serem descartados.
Não me alongarei em mais um parágrafo pois não sei porquanto tempo me servirá a água da inspiração. Mas lhe digo meus caros leitores, jamais morrerei sem o minimo dela. Pois espero que até da morte me venha um belo poema. E que haja tempo de escrever. No momento certo, eu pedirei as folhas na mão, e sem tempo para inspiração dizer a sua opinião, eu começarei a minha ultima canção: "Quando Para o Coração!"
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